
A Gazeta disse que a pressa em ter todos os lotes regularizados está associada à perda que o município acumula anualmente no valor de R$100 milhões. O recurso, que poderia ser empregado para os financiamentos habitacionais de instituições bancárias como o BASA e o Banco do Brasil, acaba retornando aos cofres das agências justamente pela falta de títulos das terras.
Para garantir os investimentos, o jornal disse que a Prefeitura de Macapá deve montar uma força-tarefa. O trabalho será coordenado pelas secretarias de Finanças, Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Caberá à essas quatro instituições encontrar mecanismos que possam destravar os processos e assim fazer a liberação dos títulos.
Paralelo ao trabalho das secretarias, a Procuradoria Geral do Município de Macapá corre contra o tempo para elaborar um projeto de lei. Assim que estiver concluído, a matéria será encaminhada à Câmara de Vereadores. "Com a regularização dos lotes, ganha o cidadão, que terá direito a crédito, ganha o município, que recolherá tributos e investirá na melhoria da qualidade de vida da população, e ganha o comércio, com a circulação da moeda", disse o Prefeito ao Jornal.
Torço muito para que isso aconteça, mesmo. Muita gente deixa de construir por conta disso e acaba indo morar de aluguel e adiando o sonho da casa própria. É ver para crer essa task force. :P
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